Olá!

 

Antes de tudo gostaria de agradecer ao meu amigo Caio que  criou este template (simplesmente maravilhoso) especialmente para o C.M., e dizer que a v4.0 está oficialmente inaugurada.

 

É um prazer poder estar novamente aqui, mesmo que seja para apenas 2 ou 3 leitores, afinal mais do que tudo faço isso por satisfação pessoal, mas também não é por isso que não desejo que este humilde blog cresça novamente e retorne a ser o que era antes de todos os problemas começarem.

 

Então sejam muito bem vindos ao C.M. v4.0. E para recomeçar nada mais apropriado que um clássico e ainda por cima de um dos meus diretores favoritos, Tim Burton.

 

Antes de iniciar gostaria de dedicar esse post aos meus amigos Caio e Issob, o quais me deram DVDs da coleção Kubrick.

 

Avisos:

1º- O C.M. será atualizado todas as 4ªs depois das 8 da noite.

2º- Ás 4ªs também serão atualizados meu outro blog e meu fotoblog (links ao lado).

3º- (mas não menos importante) Acabo de adquirir mais dois livros: “O Senhor dos Ladrões” e “Kafka vai ao Cinema” os quais resenharei assim que terminar.

 

Agora sim ^^.

 

Boa leitura.

Beijos *nana*

Escrito por Natascha às 20h17


[]


Edward Scissorhands

(Edward Mãos de Tesoura)

 

 

Esses dias sem compromisso algum durante à tarde resolvi re-assistir este esplêndido filme dirigido por Tim Burton, que também levas os créditos de produtor e co-criador da história.

“Edward” foi moderno em seu lançamento em 90 e 16 anos depois ainda não perdeu tal título.

 

Síntese: Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora da Avon que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), um jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha e que na verdade foi criado por um inventor (Vincent Price), que morreu antes de dar mãos ao estranho ser que possui apenas enormes lâminas no lugar delas, o que dificulta sua aproximação dos humanos.

Ao deixar seu lar para ir viver com Peg, seu marido e sua filha (Winona Riyder) ele descobre um novo mundo, e acaba se tornando vitima de sua própria inocência , pois se é amado por uns é perseguido e usado por outros.

 

 

Com um trabalho visual incrível Burton consegue mais uma vez inovar na arte de fazer cinema. Depp está esplêndido no papel principal, interpretando um sujeito inocente e vítima de si mesmo.

Todo o tratamento dado ao filme é mais do que justo. Com o simples propósito de contar a uma criança “de onde vem a neve” uma incrível história é criada, uma história que pode ser vista de varias maneira, dependendo da idade e interpretação de quem assiste.

Hoje isso pode ser considerado mais do que comum um único filme conter uma história para “adultos” e uma para “crianças”, valho-me dos exemplos (mais recentemente) das animações da Pixar e de DreamWorks, porém em 1990 isso era um conceito muito dificilmente aplicado, afinal, “filme de criança” era para criança e “filme de adulto” era para adulto, mas “Edward” não é assim, toda a estrutura do filme é construída sobre detalhes, principalmente os visuais. Todo o conjunto poderia ser chamado de “Uma fábula gótica” (e de quebra ainda tem um romance, que por sinal é parte importante do filme sem torná-lo chato).

Os animais de arbustos, os cortes de cabelos, as esculturas de gelo tudo isso serve como base para a construção de um ambiente em que nenhum elemento da história pode ser considerado absurdo, o que facilmente aconteceria se o cenário fosse tratado de outra maneira, de “maneira normal”. Outras coisas que valem a pena serem ressaltadas no filme são as maquiagens e a trilha sonora, composta por Danny Elfman (que mais atualmente trabalhou com Burton em Charlie and the Chocolate Factory).

 

(Continua no próximo post...)

Escrito por Natascha às 20h11


[]


Muitos dos críticos consideram esse filme uma obra extremamente “estranha”, sim, ela é estranha, direção estranha, atuações estranhas, cores exageradas, todo seu visual é estranho, mas um “estranho” imaginativo, um “estranho” que atende os propósitos da história (como já citado), sem tal estranheza o filme seria apenas mais “um filme para crianças”. Afinal é a partir dela que surgem cenas memoráveis como a famosa cena do orgasmo enquanto Edward corta o cabelo de uma das personagens, a dança na “neve” de Winona, o “diabo de grama” e diversas outras que não poderia citar aqui.

 

 

Esse trabalho é o primeiro da extremamente bem sucedida parceria entre Depp e Burton, que até hoje já rendeu 5 filmes (Edward Scissorhands, Ed Wood, Sleepy Hollow, Charlie and the Chocolate Factory e Corpse Bride), e a cada trabalho, ambos crescem em qualidade. Mas nesse filme em especial a química entre os dois e todo o resto da equipe é impecável.

Seria um erro negar que o filme contém de atuações exageradas ou extremamente superficiais, mas isso é válido apenas para os coadjuvantes e volto a repetir, seu tal estranheza e excessos o filme não passaria de um filme “desligue o cérebro que agora não é preciso pensar” (expressão usada por um amigo para definir os malditos filmes estritamente comerciais).

 

Que cada um enxergue esse filme a sua maneira, que creio, é o mais certo a fazer, afinal no começo desta resenha eu mesma afirmei que o filme pode abranger várias interpretações dependendo do ponto de vista, o meu é bem claro: “Uma fábula gótica (com um toque do ‘American way of life’) extremamente bem contada e construída”.

 

 

Então talvez seja a hora de deixar os preconceitos de lado e conhecer um pouco mais sobre o cinema “independente” (uso “” para evitar maus entendidos sobre o conceito de cinema independente) , cada um pode ter sua opinião sobre um filme, mas a opinião só pode ser formada com conhecimento prévio, então deixemos de mesquinharia e vamos assistir aos filmes sejam eles quais forem antes de julgá-los (não preciso nem falar que para toda regra existe exceção x_x).

 

Bom, o filme é excelente e vale conferir, e não se preocupe, ele é um clássico “Sessão da Tarde” logo-logo estará passando na tv novamente, mas ai vai uma dica, assista o filme legendado, pois a impressão é totalmente diferente.

 

Uma Nota?

9,5/10

 

Bom, finalmente pode-se dizer que o C.M. está de volta, e para não perder o costume, mais medíocre do que nunca.

Foi uma longa jornada até conseguir recuperar esse espacinho, espero que daqui para frente dê tudo certo. Então fico por aqui e até a próxima resenha. ^^

 

Beijos *nana*

Escrito por Natascha às 20h00


[]


[ Blogs Amigos ]

** Meu Fotoblog: Uma Vida Estancada
** Em Busca da Cura: Crônica de uma Vida Estancada (Meu outro blog xD~~)
** Under Pressure v2.0

[ Perfil ]

 

Natascha Paschoalique dos Santos, 16 anos.

Salto/SP

 

Uma breve descrição do meu eu por... eu mesma:

Depois de uma longa jornada na inatividade resolvi retomar o C.M., que sempre foi uma parte muito importante de mim, afinal eu sempre ficava formulando comentários sobre filmes e nunca tinha como expressá-los, a não ser quando passava o tempo com um certo carinha aí, o grande Tio Luiz (também conhecida de algumas maneiras menos carinhosas pelo mesmo motivo: ser o mais velho da turma), mas isso não vem ao caso agora já que isso é uma “descrição”. Então, nos meus 16 anos de vida sempre tive uma paixão, os filmes, desde pequena adorava ficar na frente da tv vendo títulos como “Edward Scissorhands”, que na época era campeão de passar na Globo, lembro de ter medo do filme, afinal não entendia, mas em fim, sempre amei o cinema, o tempo passou eu cresci e passei a assistir “Planet of Apes” diversas vezes até que descobri o que o filme realmente era, uma obra-prima, acho que foi então (mais ou menos aos meus 9 anos) que descobri que era uma cinéfila extremamente viciada. E hoje o quadro não é diferente, e só vem piorando, cada vez fico mais louca por filmes, mas creio que ainda estou num estágio em que isso é saudável (x_x). Bom, creio que meu futuro siga essa estrada, pois pretendo fazer Áudio/Visual ou mesmo Cinema, mas por enquanto isso é apenas diversão, uma brincadeira, uma brincadeira um tanto quanto medíocre posso afirmar, afinal não sou uma escritora, apenas gosto de expressar minha opinião, quem sabe um dia poderei escrever uma resenha descente. Fora minha obsessão pelo cinema ainda sou uma apaixonada por Animes/Mangas/Manwhas, inclusive estou começando usar cosplays nos evento, livros, principalmente os do Stephen King e mais alguns clássicos aí. Posso dizer que gosto de música, mas vivo bem sem ela, com a única exceção das trilhas sonoras, de resto gosto de música clássica, punk-rock, jazz, blues, e mais umas coisinhas aí. O resto é o clichê (extremamente verdadeiro), amo minha família e meus amigos, não gosto muito de sair, mas é só me convidar para o cinema que já estou lá ^^. Bom, como era para ser uma descrição “breve” acho melhor parar por aqui. Beijos *nana*

 

Uma breve descrição de mim por... Luiz Henrique, ou melhor, o Tio Luiz:

Ah, a Natascha...
Seria tão complicado colocar em poucas palavras as muitas historinhas que presenciamos e que passamos juntos durante esse tempo de amizade, que é relativamente curto mas que parece ter vindo de outras vidas. Naquilo que começou lá em outubro de 2004, numa das melhores viagens que se poderia fazer entre amigos, cresceu um sentimento de amizade incrível. E essa é a melhor característica dessa menina aí: é uma das poucas pessoas que conheço no planeta que dá valor real aos amigos, sem precisar recorrer a falsidade, as falsas promessas de amizade eterna. É só olhar que já se pensa: "- Essa aí é diferente". Pelo menos foi o que eu pensei. Tente conhecê-la, e você pensará isso também.

A menina cinéfila, que vive me fazendo inveja com sua coleção destruidoras de DVD's, hoje mora longe daqui. Infelizmente. Porque se ainda aqui estivesse seria como nos velhos tempos, das sextas regadas a cinema e pizza no shopping, dos encontros absurdos para falar besteira na casa de um ou de outro, dos videokês cantando "Borbulhas de Amor", das conversas intermináveis sobre cinema... ah, seria legal. Foi um bom tempo. E o que sempre fica dos tempos que passam? As amizades verdadeiras. E é isso que encontramos na irmã da Nathália, neta da Zélia. Natascha.

E você que lê pergunta: "- Onde ele quer chegar?"

E eu respondo: nem eu sei. Escrevo o que penso, escrevo o que sinto. E nesse momento não penso nem sinto, mas tenho certeza de que o melhor remédio contra qualquer mal do mundo (ou de qualquer outro lugar e/ou motivo) são as boas amizades. As saudáveis. E essa menina tem isso de sobra. Não é necessária mais nenhuma característica. Essa é a maior, e mais louvável. E abençoado seja o dia em que os caminhos desse doente que escreve cruzou com a doente de quem falo.
E ponto final.

[ Passado ]
05/03/2006 a 11/03/2006
26/02/2006 a 04/03/2006
19/02/2006 a 25/02/2006

[ Votação ]
Dê uma nota para meu blog

[ Indicação ]
Indique meu blog a um amigo